• Cinco desvantagens de um seguro de saúde

    Na sequência do recente artigo em que desenvolvemos o lado positivo de subscrever um seguro de saúde, apresentamos agora a outra face da questão, ou seja, as desvantagens inerentes a este género de produtos. Aconselhamos, por isso, a leitura do texto acerca dos aspectos negativos para que tenha bem recente na sua memória ambos os prismas do assunto e possa decidir informadamente. Antes de avançarmos com a exposição dos contras associados à aquisição deste género de apólices frisamos, no entanto, que os pontos seguintes não anulam de forma alguma todos os prós acarretados pela subscrição dos mesmos, pois como foi realçado no artigo que antecipa o presente escrito, garantir apoio na saúde é fundamental para uma vida melhor. Esclarecidos os aspectos destacados nos dois parágrafos anteriores, essenciais para que tenha a oportunidade de escolher em plena consciência dos factos, passamos a referir cinco desvantagens de um seguro de saúde. 1. O elevado custo das apólices é sem dúvida um dos maiores entraves deste género de produtos e a principal razão pela qual poucos são os portugueses que se podem “dar ao luxo” de os subscreverem. É claro que existem valores muito distintos mas regra geral a cobertura mínima razoável ronda […]

     
  • Seguradoras analisam dados clínicos após a morte

    Vários foram os cidadãos que já apresentaram queixas junto da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), alguns dos quais com processos entretanto iniciados nos tribunais, contra empresas de seguros que estão a aceder a informações clínicas dos tomadores das apólices para se decidirem sobre a activação da mesma. A prática que se tornou habitual entre várias das entidades do sector a actuarem em solo nacional é realizada de forma legítima mas as opiniões de especialistas e associações de defesa dos consumidores defendem que essa acção é permitida devido a uma cláusula que deve ser considera nula por respeito aos clientes. Em causa está a não especificação ou aviso expresso aos titulares dos contratos, aos quais não estará a ser salientado que assinar o acordo com permissão de acesso livre a dados clínicos após o falecimento do segurado garante que a empresa pode consultar o histórico deste último, sem quaisquer tipos de restrições. De acordo com a CNPD este pressuposto contratual não tem validade porque, defende, para que a consulta desse tipo de informações seja autorizada, o cliente deve assinar o referido consentimento num contrato anexo que tenha claramente frisado esse aspecto. A associação relembra que esses dados são do […]