Serviço Nacional de Saúde e gripe A
O primeiro-ministro apelou hoje à confiança dos portugueses na resposta que o Serviço Nacional de Saúde está a dar à gripe A (H1N1), a qual demonstra “profissionalismo e prontidão”.
José Sócrates, que hoje participou em Lisboa no encerramento da cerimónia comemorativa dos 30 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) – “Garantir o futuro”, disse que a questão da gripe A (H1N1) é um exemplo dos desafios que se colocam ao SNS.
O chefe do Executivo apelou à tranquilidade dos portugueses, dizendo: “O SNS demonstrou agora que sabe responder com profissionalismo e competência a este desafio” e é “obrigação do Governo” transmitir tranquilidade e “garantir que tudo está a ser feito”.
José Sócrates considera que “não há razões” para alarmismos e escusou-se a pronunciar-se sobre “cenários hipotéticos” quando questionado sobre a hipótese da aplicação da quarentena.
Durante a sua intervenção no encerramento das cerimónias de comemoração dos 30 anos do SNS, o primeiro-ministro reiterou a sua confiança neste Serviço, dizendo que “não haverá outro que mereça tanto ser público”.
José Sócrates aproveitou ainda a ocasião para homenagear “todos os que tiveram a visão politica” que conduziu à criação do Serviço Nacional de Saúde e, muito particularmente, ao “pai” do SNS, o socialista António Arnaut, presente no evento.
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