Médis lança Médiscall
A Médis acaba de lançar o MédisCall, disponível através do site www.medis.pt, um novo serviço de atendimento telefónico personalizado que visa esclarecer visitantes do site sobre Planos de Saúde Médis, bem como realizar simulações.
Este serviço, completamente gratuito, está disponível todos os dias úteis das 9h às 17h sendo, no entanto, possível fora destes horários o agendamento que permite aos Clientes serem contactados, de acordo com o dia e hora mais conveniente.
O MédisCall vem enriquecer os serviços da Médis, que contam desde sempre com a Linha Médis, cuja missão é a de triagem, acompanhamento, esclarecimento e encaminhamento clínico dos Clientes.
Com este novo serviço integrado em medis.pt, a Médis continua a prosseguir o objectivo de ser uma referência na Saúde no mercado Português.
Dicas fundamentais para escolher um seguro de saúde
Os anos em que o Estado zelava pela saúde dos seus cidadãos já vão longe. Embora os impostos aumentem agora mais do que nunca, os serviços em troca desse dinheiro dado a fundo perdido ao Governo são diminutos e as preocupações desta máquina estatal (que o é, pois desumaniza aqueles por quem deveria olhar) são meramente financeiras.
É devido à nova ordem de prioridades dos políticos e das políticas que existe hoje em dia a necessidade de recorrer a alternativas mais fiáveis de olhar pela nossa saúde, o que em Portugal significa adquirir um plano de saúde a entidades privadas. Quer isto dizer que têm de ser efectuados alguns cálculos extra para saber qual o orçamento disponível e quais as ofertas de mercado que melhor se adequam às necessidades de cada um.
A primeira etapa nesse sentido é analisar cautelosamente as empresas a operarem em território nacional, a sua reputação e serviços que facultam. Todos estes aspectos devem ser tidos em atenção de acordo com o capital que é possível dispensar mensalmente e o que é contratado, ou seja, o custo/benefício da aquisição. Mas para que não inicie essa busca sem ajuda, mencionamos em seguida três conselhos úteis para conseguir o melhor seguro de saúde mediante as suas possibilidades económicas.
1. Defina as prioridades dentro do que precisa ver satisfeito, estudando as propostas ao detalhe antes de seleccionar a que irá adquirir. Aqui deve ter em conta as diversas coberturas colocadas à sua disposição, pois embora haja apólices que aparentemente são bonificadas há inúmeras cláusulas que eliminam a funcionalidade prática daquelas, por excesso ou defeito. Portanto, leia o contrato na íntegra, os pontos e subpontos, não se deixando enganar pelas promoções ou custos baixos com grandes vantagens (na maioria dos casos isto é mera publicidade).
2. Não descarte à partida as coberturas básicas, até porque o normal é que estas lhe sirvam. A ideia do seguro de saúde é complementar os (escassos) serviços que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) ainda oferece a parte dos cidadãos e não procurar adquirir um plano de saúde privado intensivo. Assim, procure informar-se bem sobre cada um dos níveis das coberturas apresentadas, nomeadamente as vantagens e desvantagens, mas sempre com uma quantia em mente, caso contrário facilmente se irá desviar do objectivo essencial, custo/benefício.
3. Os valores médios aconselháveis para as apólices nunca devem ser inferiores a 25 mil euros na eventualidade de internamento e convém que incluam também protecção em ambulatório. Enquanto a abrangência em caso de internamento é obrigatória por lei e possui limites (mínimos e máximos) fixados consoante o tipo de seguro, o segundo, respeitante às consultas médicas, pode ter vários escalões, cabendo-lhe a si escolher os mais indicados às suas necessidades e adaptados à sua carteira.
Seguradoras analisam dados clínicos após a morte
Vários foram os cidadãos que já apresentaram queixas junto da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), alguns dos quais com processos entretanto iniciados nos tribunais, contra empresas de seguros que estão a aceder a informações clínicas dos tomadores das apólices para se decidirem sobre a activação da mesma.
A prática que se tornou habitual entre várias das entidades do sector a actuarem em solo nacional é realizada de forma legítima mas as opiniões de especialistas e associações de defesa dos consumidores defendem que essa acção é permitida devido a uma cláusula que deve ser considera nula por respeito aos clientes. Em causa está a não especificação ou aviso expresso aos titulares dos contratos, aos quais não estará a ser salientado que assinar o acordo com permissão de acesso livre a dados clínicos após o falecimento do segurado garante que a empresa pode consultar o histórico deste último, sem quaisquer tipos de restrições.
De acordo com a CNPD este pressuposto contratual não tem validade porque, defende, para que a consulta desse tipo de informações seja autorizada, o cliente deve assinar o referido consentimento num contrato anexo que tenha claramente frisado esse aspecto. A associação relembra que esses dados são do foro pessoal e, portanto, trata-se de um assunto sensível que não pode ser contornado sem respeito pelo cidadão (leia-se, abusivamente), que à luz da actual legislação de natureza contratual está a conceder uma permissão sem que na maioria das situações se dê conta de tal conduta.
A questão do acesso aos dados clínicos após o falecimento da pessoa abrangida pelo seguro é ainda mais polémica quando se verifica a discrepância existente entre quem recorre aos serviços públicos e privados. Isto porque a CNPD pode interceder nos casos em seja pedido um parecer relativamente a esta prática, mas não quando envolve uma instituição estatal, dado que é à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) que compete pronunciar-se nestas circunstâncias, ao abrigo da lei de acesso a documentos administrativos (LADA), em vigor desde 2007.
Dada a ambiguidade de procedimentos, desiguais para cidadãos que usufruem do sector público e privado, as seguradoras têm legitimidade para analisar informações clínicas do tomador após a sua morte, em contratos que incluam a polémica cláusula, estando-lhes apenas vedado o acesso quando se trata de um pedido de verificação efectuado junto de entidades que não pertençam ao Estado. Volta assim a levantar-se a controversa questão dos “cidadãos de segunda”, pois à luz da própria Lei há uma diferenciação por demais evidente entre ricos e pobres, aqui traduzida na posse ou não de capacidade económica para enveredar pelo segmento privado da saúde.
Cobertura de desemprego que garante seguro de saúde
A Multicare vai, a partir de hoje, alterar os seus planos de seguro de saúde no sentido de apoiar clientes que percam o emprego. Esta seguradora do Grupo da Caixa Geral de Depósitos passará a incluir gratuitamente nas renovações e nos novos contratos a cobertura de Protecção ao Pagamento dos Prémios de Seguro que permite que o segurados possam beneficiar do seu seguro sem custos em caso de desemprego.
Esta iniciativa possibilita “a muitas famílias manter o seu seguro de saúde numa altura difícil” segundo em comunicado Rita Sambado, directora de marketing da seguradora.
A cobertura Doenças Graves – Best Doctors também sofreu alterações. Esta opção que fazia parte apenas do Plano Vip, de hoje em diante estará disponível para ser acrescentada no Plano Personalizado da seguradora.