• Medis com reembolso em 72 horas

    A Médis acaba de lançar o serviço de registo de despesas online, uma nova funcionalidade disponível através do site www.medis.pt. Assim todas as despesas registadas, através desta via, são tratadas com um nível de serviço máximo de 72 horas, após recepção dos originais, tornando o tempo de resposta mais célere. Desta forma, o Cliente poderá acompanhar todo o processo relativo à despesa no site (aceitação, pagamento, ou não pagamento, e respectivo motivo). Para utilizar esta nova facilidade, apenas terá de ser efectuado login, aceder ao ecrã ‘Registo de Despesas’ e seguir as instruções passo a passo. A redução da carga administrativa associada à gestão de reembolsos (pedidos de documentação adicional e devolução de despesas não identificadas), dá lugar a uma comunicação mais rápida entre a companhia e o Cliente.

     
  • Mais Medis – revista de saúde

    Foi lançada a Mais Médis, uma nova revista com periodicidade trimestral, propriedade da companhia de seguros de saúde Médis, que segundo os seus responsáveis vai de encontro ao compromisso e à atitude que a seguradora de saúde tem vindo a ter perante os seus clientes, colaboradores e accionistas. A anterior publicação da Médis, destinada exclusivamente a Prestadores de Cuidados de Saúde, torna-se agora numa revista mais completa, dirigida a um público mais abrangente. A nova revista da Médis passará deste modo a apresentar variados temas de interesse geral, mas nunca contraindo o seu objectivo principal que é o de constituir o documento por eleição onde se pode ficar a conhecer a rede de prestadores de cuidados de saúde da Médis.

     
  • Portugueses pagam o dobro do que deviam

    As despesas de saúde das famílias portuguesas estão muito acima do que deviam estar, pelo menos a julgar pelo valor indicado como referência pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2008, os pagamentos directos das famílias representavam 29% do total da despesa em saúde, praticamente o dobro do valor que a OMS recomenda: 15% a 20% da despesa total. A OMS revelou ainda que 100 milhões de pessoas descem abaixo do limiar da pobreza por causa das despesas directas com cuidados de saúde. A organização critica este modelo de pagamento por deixar muitas pessoas sem acesso a cuidados de saúde.

     
  • Seguros de Saúde em crescimento

    De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Seguros de Portugal, o ramo de seguros de saúde ultrapassou, pela primeira vez, o dos acidentes de trabalho. Segundo este relatório do ISP, a produção de seguro directo do ramo Doença representava, em Março, cerca de 174 milhões de euros, correspondentes a 17,2% do total de seguro directo do Ramo Não Vida. Trata-se assim, de uma subida de quase 2% face aos 15,1% que o ramo representava em Março de 2008. Este valor é superior a um dos seguros obrigatórios em Portugal, o de Acidentes de Trabalho, que em Março não foi além dos 15,7%. Há dois anos, este ramo representava 17,4% da produção de seguro directo Não Vida. No ano passado, o seu peso baixou para 16,5% e já este ano a agudização da crise e o consequente aumento do desemprego acentuaram a queda da sua expressão. Já o seguro automóvel, que há dois anos representava 39% da produção de seguro directo de todo o Ramo Não Vida, não pesava em Março de 2009 mais do que 36,8% da produção total Não Vida e este ano, também em Março, já só representava 35,9% da produção de seguro directo do Ramo Não […]

     
  • Saúde Prime com planos de saúde para doentes crónicos

    A Saúde Prime, a nova prestadora de serviços de saúde, anunciou hoje que quer “alterar o paradigma” do sector em Portugal, possibilitando o acesso a planos de saúde de doentes crónicos e com doenças pré existentes. “Queremos estar no negócio de protecção da saúde e não no negócio das seguradoras, daí que tenhamos criado a Saúde Prime para ultrapassar a actual estagnação verificada no sector privado da saúde em Portugal”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Saúde Prime, José Carlos Pina. O gestor explicou que a Saúde Prime vem permitir o acesso a planos de saúde de doentes crónicos e com doenças pré-existentes, acabar com os limites de idade e utilização e eliminar os períodos de carência, além de criar um seguro de saúde que inclui serviços médicos sem limites. “O Estado não pode suportar um serviço universal aos utentes na sua totalidade nos próximos anos, até por questões de sustentabilidade financeira, pelo que tem de haver a complementaridade com os serviços médicos privados, embora assente numa filosofia diferente da tradicional, que seja mais abrangente e permita uma diferenciação dos planos de saúde propostos”, acrescentou. A saúde Prime entrou no mercado português para ultrapassar “a grande similitude” entre […]