• Prémios dos Seguros de saúde vão aumentar

    As seguradoras queixam-se de perder dinheiro nos seguros de saúde e avisam que, em breve, os prémios vão ter de aumentar. São dois milhões de portugueses que enfrentam assim mais despesa. «Na área da saúde, nos últimos 15 anos não houve um em que, em média, as seguradoras tenham tido resultados positivos», aponta Pedro Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS), citado pelo «i». A subida gradual dos prémios e a necessidade de controlo dos custos assumida pelo representante do sector segurador decorre daquilo que o presidente da APS classifica como «um problema de comportamento de alguns consumidores, que não encaram o seguro como uma cobertura de risco para acontecimentos aleatórios, mas sim para gastos nem sempre essenciais, esgotando consistentemente o plafond». O resultado é que as seguradoras saem a perder com o negócio. Em 2009, e em média, por cada 100 euros de receitas recebidas pelas seguradoras, estas gastaram 106. «A tendência é sempre para haver uma subida gradual do preço, por um lado devido à subida da inflação, mas sobretudo com o ajuste dos prémios em função da sinistralidade do sector», indica Mónica Dias, especialista em seguros da Deco Proteste.

     
  • Cuidado com os abusos e ilegalidades dos seguros de saúde

    Foram recentemente denunciados pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO), vários excessos perpetrados pelas seguradoras nas suas apólices de saúde. Segundo aquela entidade, os clientes não estão a ser devidamente protegidos pela Legislação nacional, que ignora os exageros praticados por aquelas empresas. De acordo com um dos últimos estudos elaborados pela DECO, há uma “falta de transparência” na maioria dos contratos de seguros de saúde, que afectam gravemente os contratantes. No lote das exigências em demasia estão as cláusulas abusivas, períodos de carência e exclusões, factores que suportam as acérrimas críticas da DECO, que admite levar a questão a tribunal, uma atitude que conta já com o apoio do Governo, que admite vir a criar uma nova lei para travar os abusos das seguradoras. Um dos exemplos mais significativos do poder que exercem as entidades de seguros de saúde é o negar da assistência médica nos primeiros três ou mais meses do contrato, o que na prática significa que se paga por um serviço que não se tem, algo que é imoral, mas legal, e por isso aproveitado pelas seguradoras. Estas entidades justificam a aplicação daquela medida para “eliminar” as pessoas que já necessitam de cuidados de saúde […]

     
  • Seguros de saúde: por qual optar?

    Face à incapacidade do Sistema Nacional de Saúde, a melhor alternativa para garantir assistência médica personalizada é o sector privado. No entanto, esta opção não pode ser tomada de ânimo leve, devido aos seus elevados custos, pelo que convém estar coberto por um bom seguro de saúde. Desta forma, poderá poupar bastante dinheiro nos cuidados médicos, sem que com isso prejudique a qualidade do atendimento. É precisamente aqui que entram os seguros de saúde, cada vez mais populares em Portugal, numa altura em que o país já dispõe de uma vasta oferta neste sector. O mais importante na hora de fazer um seguro de saúde é saber que coberturas pretendemos adquirir e, no caso de ser uma família, o número de elementos a incluir na apólice. Há empresas que oferecem descontos quando existe mais de um assegurado, por isso, pondere essa opção. O seu orçamento mensal também é importante, devendo ser balanceado com a qualidade do serviço a contratar. Para uma ajuda na sua escolha, foi criada uma página com a lista das principais alternativas disponíveis em território nacional. Para aceder à lista siga para Seguros de Saúde.

     
  • Conselhos para a escolha do Seguro de Saúde

    O melhor seguro de saúde não existe! Cada um pode ser melhor ou pior segundo as necessidades de cada um. Muitos Portugueses possuem já um seguro de saúde e o número está a aumentar, assim como o das Seguradoras que estão a entrar no mercado, com ofertas diferenciadas. De seguida deixo uma lista de conselhos básicos a ter em conta na altura de subscrever uma apólice desta natureza. 1. Escolha da modalidade Existem diversas modalidades de seguros de saúde: de reembolso, de assistência, ou mistos. Os de reembolso referem-se aos casos em que os clientes podem escolher livremente os serviços médicos a que querem recorrer. Neste caso, os segurados pagam e enviam depois os comprovativos de pagamento para a seguradora, que reembolsará o cliente numa determinada percentagem do valor gasto. Nos de assistência, a própria seguradora fornece uma rede de serviços médicos à qual os clientes poderão recorrer. Neste caso, o cliente paga apenas o co-pagamento, ficando o resto da factura a cargo da seguradora. A desvantagem deste tipo de apólice tem a ver com o facto de o cliente não ter a totalidade liberdade de escolha sobre onde quer ser atendido. A opção mista tenta conciliar o que de […]

     
  • Período de carência

    O período de carência é o tempo que decorre entre a data do início do contrato e a data em que as respectivas garantias podem ser accionadas. O contrato de seguro pode prever que uma ou mais coberturas não estejam “activas” desde o início do contrato, estabelecendo nas condições especiais ou particulares a duração do período de carência. Leia ainda mais em: atenção ao período de carência.