Seguros de saúde: por qual optar?
Face à incapacidade do Sistema Nacional de Saúde, a melhor alternativa para garantir assistência médica personalizada é o sector privado. No entanto, esta opção não pode ser tomada de ânimo leve, devido aos seus elevados custos, pelo que convém estar coberto por um bom seguro de saúde. Desta forma, poderá poupar bastante dinheiro nos cuidados médicos, sem que com isso prejudique a qualidade do atendimento. É precisamente aqui que entram os seguros de saúde, cada vez mais populares em Portugal, numa altura em que o país já dispõe de uma vasta oferta neste sector.
O mais importante na hora de fazer um seguro de saúde é saber que coberturas pretendemos adquirir e, no caso de ser uma família, o número de elementos a incluir na apólice. Há empresas que oferecem descontos quando existe mais de um assegurado, por isso, pondere essa opção. O seu orçamento mensal também é importante, devendo ser balanceado com a qualidade do serviço a contratar. Para uma ajuda na sua escolha, foi criada uma página com a lista das principais alternativas disponíveis em território nacional. Para aceder à lista siga para Seguros de Saúde.
Conselhos para a escolha do Seguro de Saúde
O melhor seguro de saúde não existe! Cada um pode ser melhor ou pior segundo as necessidades de cada um. Muitos Portugueses possuem já um seguro de saúde e o número está a aumentar, assim como o das Seguradoras que estão a entrar no mercado, com ofertas diferenciadas.
De seguida deixo uma lista de conselhos básicos a ter em conta na altura de subscrever uma apólice desta natureza.
1. Escolha da modalidade
Existem diversas modalidades de seguros de saúde: de reembolso, de assistência, ou mistos. Os de reembolso referem-se aos casos em que os clientes podem escolher livremente os serviços médicos a que querem recorrer. Neste caso, os segurados pagam e enviam depois os comprovativos de pagamento para a seguradora, que reembolsará o cliente numa determinada percentagem do valor gasto. Nos de assistência, a própria seguradora fornece uma rede de serviços médicos à qual os clientes poderão recorrer. Neste caso, o cliente paga apenas o co-pagamento, ficando o resto da factura a cargo da seguradora. A desvantagem deste tipo de apólice tem a ver com o facto de o cliente não ter a totalidade liberdade de escolha sobre onde quer ser atendido. A opção mista tenta conciliar o que de melhor há em cada uma, ou seja: a seguradora tem uma rede própria de cuidados médicos mas também permite aos clientes recorrerem a médicos e clínicas fora da rede. A escolha não é fácil.
2. Coberturas
Hoje em dia, a generalidade das seguradoras apresenta já pacotes pré-definidos, com apólices desde as mais básicas até às mais completas. São duas as coberturas básicas que as apólices costumam prever: a cobertura de internamento (obrigatória para todos os seguros de saúde) e a de ambulatório (referente às consultas médicas). Deve escolher apólices que prevejam um capital mínimo de internamento de 25.000 euros.
3. Prioridades
Quanto maior for o capital segurado e quanto mais coberturas contratar, mais caro será o prémio a pagar pela apólice. Desta forma, terá de encontrar um seguro adequado não só às suas necessidades, em termos de cuidados de saúde, como também ao tamanho da sua carteira. E os preços destas apólices são muito variados
4. Evite as coberturas que não lhe serão úteis
Embora a generalidade das apólices seja apresentada aos clientes em pacotes pré-definidos existem algumas coberturas que são opcionais. Mas convém analisá-las com atenção antes de as subscrever, caso contrário elas poderão apenas servir para encarecer a apólice.
5. Atenção às exclusões e aos períodos de carência
O vasto rol de doenças que os seguros de saúde excluem é uma das grandes desvantagens destes produtos. A generalidade das apólices em Portugal não paga tratamentos relacionados com psiquiatria, fisioterapia, estética, obesidade, transplante de órgãos, hemodiálise, sida e hérnias, só para dar alguns exemplos. Além disso, as apólices excluem também os tratamentos de doenças que já tenham sido diagnosticadas antes da contratação do seguro. Outro ponto ao qual deverá prestar atenção tem a ver com os períodos de carência. Trata-se de um período durante o qual o segurado não pode accionar a apólice de saúde. Em certas coberturas, como é o caso de parto ou do tratamento de varizes, o período de carência é mais longo.
6. Pagamentos
Pague anualmente se puder. O montante a pagar será menor caso o número de familiares abrangidos for maior e caso o fraccionamento dos prémios for menor. Assim, se puder, pague anualmente e se souber exactamente o que quer, faça uma subscrição online.
Seguro de Saúde AdvancedCare
Nascida em 1998, num esforço conjunto da Seguros Tranquilidade, Victoria Seguros e Espírito Santo Seguros, a AdvanceCare é uma joint venture destas três entidades e as multinacionais Munich Re e United HealthCare. Foi da assumida importância destas empresas e o seu alargado conhecimento na área da saúde, com anos de prática, que surgiu o projecto de uma nova entidade seguradora, que rapidamente adquiriu uma relevância singular no panorama nacional do sector da saúde. O porquê desta imediata ascensão são os conhecimentos acumulados dos seus profissionais e a experiência dos seus subsidiários, que apostaram forte no desenvolvimento da AdvanceCare – Gestão de Serviços de Saúde S.A.
De entre outros clientes a quem presta serviços, a seguradora tem em mãos as multinacionais Allianz e Generali, a que se juntam as seguradoras Axa, Lusitânia, Açoreana, Real e MGEN. Esta é uma impressionante carteira de clientes, que se justifica pela capacidade adaptativa da AdanceCare, que procura ajustar a sua actividade às exigências de um mercado cada vez mais dinâmico a todos os níveis. Uma importante tarefa que os responsáveis institucionais da seguradora garantem ser a razão que os faz mover e evoluir incessantemente.
Actualmente, a AdvanceCare é detida pela Companhia de Seguros Tranquilidade e United HealthCare International B.V. e BES, Companhia de Seguros S.A. Esta aquisição por parte destas entidades aconteceu em 2008, um ano antes de a seguradora ter efectuado com sucesso a Certificação de Qualidade ISO 9001:2000, uma confirmação da sua capacidade de excelência na prestação de serviços, apenas possuída pela AdvanceCare em Portugal.
Serviços da AdvanceCare
A empresa tem um vasto e diverso “catálogo” de serviços que presta aos seus clientes institucionais, que vão desde as seguradoras a subsistemas de saúde que operem em território nacional. Como garantia, apresenta os seus já firmados créditos no panorama português e a sua longa e reconhecida experiência na área da saúde.
De entre os diferentes serviços facultados pela AdvanceCare, todos realizados com a garantia de qualidade da marca, destacam-se o apoio da empresa na área da análise clínica e a gestão de rede de prestadores. Além destes préstimos, os mais cruciais, a empresa dispõe ainda de serviços de informação e gestão, regularização de sinistros e despesas de saúde e os não menos importantes atendimento telefónico e portal do cliente.
Todas estas possibilidades são oferecidas pela AdvanceCare, que atesta a qualidade das mesmas, destacando os seus profissionais para cada cliente, consoante as suas necessidades e preocupações. A confiança no melhor trabalho é a imagem de marca da empresa, pelo que se certifica da real qualidade dos serviços que presta, com um acompanhamento permanente de cada caso.
Mais informações em AdvanceCare.
Saúde Prime com planos de saúde para doentes crónicos
A Saúde Prime, a nova prestadora de serviços de saúde, anunciou hoje que quer “alterar o paradigma” do sector em Portugal, possibilitando o acesso a planos de saúde de doentes crónicos e com doenças pré existentes.
“Queremos estar no negócio de protecção da saúde e não no negócio das seguradoras, daí que tenhamos criado a Saúde Prime para ultrapassar a actual estagnação verificada no sector privado da saúde em Portugal”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Saúde Prime, José Carlos Pina.
O gestor explicou que a Saúde Prime vem permitir o acesso a planos de saúde de doentes crónicos e com doenças pré-existentes, acabar com os limites de idade e utilização e eliminar os períodos de carência, além de criar um seguro de saúde que inclui serviços médicos sem limites.
“O Estado não pode suportar um serviço universal aos utentes na sua totalidade nos próximos anos, até por questões de sustentabilidade financeira, pelo que tem de haver a complementaridade com os serviços médicos privados, embora assente numa filosofia diferente da tradicional, que seja mais abrangente e permita uma diferenciação dos planos de saúde propostos”, acrescentou.
A saúde Prime entrou no mercado português para ultrapassar “a grande similitude” entre os diversos planos de saúde oferecidos pelos privados”, esclareceu o gestor.
“O sector dos sistemas de privados de saúde tem sido repartido desde há quase quinze anos por três grandes grupos bancários portugueses, situação que justifica a sua falta de dinamismo”, adiantou.
Segundo José Pina, “a diferenciação acontece mais pela entidade bancária a que cada pessoa ou empresa está ligada do que propriamente pelas características dos planos de saúde apresentados”, adiantando que foi este o motivo porque quisemos “romper com o pouco dinamismo” do sector privado da saúde.
A Saúde Prime é a marca da Future Healthcare, uma empresa privada de capitais portugueses que surgiu em 2003, e que tem vindo a desenvolver parcerias com as maiores prestadoras do mundo na área dos serviços e seguros de saúde, caso do Best Doctors (EUA), grupo April (França) e o Munich Re (Alemanha).
“Estas parcerias têm possibilitado à Saúde Prime disponibilizar aos utentes sistemas de saúde até hoje inexistentes em Portugal”, sublinhou.
Falando sobre o crescimento da Saúde Prime, considerou que “tem sido exponencial, sendo actualmente a prestadora de serviços de saúde “que mais cresce”.
“De uma base de 15.000 clientes no início do ano, a Saúde Prime pretende superar os 100.000 até ao final de 2010″, justificou.
A Saúde Prime gere ainda os planos de saúde da Caixa Central de Credito Agrícola, da Associação Empresarial Portuguesa (AEP) e da Sonae Distribuição.
Além de Espanha, a Saúde Prime quer reforçar a internacionalização, através da plataforma de gestão própria que criou e que lhe permite abrir horizontes para ser introduzida noutros países.